Processamento vetorizado
Polars e DuckDB processam milhões de linhas por segundo com execução vetorizada e leituras zero-copy — sem alocação desnecessária de memória.
A Orbit projeta e opera plataformas de dados ELT de ponta a ponta — headless, containerizadas e orquestradas — sobre a arquitetura Medallion. Sem interfaces pesadas, sem JVM, sem custo de licenciamento: a engenharia de uma stack de nuvem, num único servidor.
Ferramentas de mercado resolvem pedaços do problema cobrando caro por eles. O gargalo real nunca foi a extração; foi a cola — a orquestração resiliente que amarra tudo sem exigir um cluster.
O dado bruto é extraído para um Data Lake; camada a camada, é refinado e ganha pureza — Bronze, Prata, Ouro — até virar a vitrine analítica que o negócio consome.
Enriquecido e agregado para o negócio. Servido na vitrine (ClickHouse + Superset) — a camada que a diretoria realmente consome, com medidas padronizadas.
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Pipelines tratados como linhas de produção: idempotentes, observáveis e à prova de falha. Onde outros veem código, aqui há tubulações, válvulas de pressão e reservatórios.
Polars e DuckDB processam milhões de linhas por segundo com execução vetorizada e leituras zero-copy — sem alocação desnecessária de memória.
Fatiamento incremental diário e coleta de lixo ativa nivelam o consumo de RAM: o motor fica imune a estouro de memória mesmo em cargas massivas.
Rodar o mesmo fluxo dez vezes produz o mesmo estado — sem duplicar dados — via sobrescrita de partições. Reprocessar é seguro por construção.
Lock distribuído, fila, retry e recuperação de desastre impedem que dois fluxos corrompam o Data Lake — um semáforo à prova de falhas.
Tudo por URIs S3 e variáveis de ambiente. O mesmo código roda no laptop de desenvolvimento e num servidor na nuvem — sem caminhos fixos.
Portões de qualidade, tipagem estrita e testes automatizados barram o dado ruim na fronteira entre camadas, antes de contaminar a análise.
Saúde de host, de cada container e dos motores de dados em tempo real, sem expor nada para fora. Alertas roteados por domínio e um relatório consultável por IA.
Saúde de host, de cada container por nome e dos motores de dados (banco analítico, cache, storage) em tempo real — tudo offline, sem sign-in de nuvem.
Falhas e limiares viram mensagens instantâneas roteadas por área — o problema chega a quem resolve, sem ninguém ficar olhando painel.
Um endpoint local deixa um assistente de IA perguntar "há algum alarme? como está o banco?" e responder com os números reais da operação.
Uma consulta longa na tabela de vendas ultrapassou o tempo máximo. O Netdata detectou, alertou no Telegram e avisou de novo quando normalizou — sem ninguém olhando painel. Falhas de pipeline e cargas concluídas chegam pelo mesmo canal, roteadas por domínio.
Recriação do canal real · dados anonimizados
Cadastros manuais colocam clientes no grupo de produto errado e distorcem a análise. A solução híbrida combina o código de atividade econômica com embeddings semânticos do nome e recuperação sobre a base já classificada — decidindo, por confiança calibrada, entre classificar sozinha ou enviar à revisão humana. Cada correção realimenta o modelo.
Ajuste o volume e veja a ordem de grandeza do que uma ferramenta paga por linha custaria — contra licenciamento zero.
Estimativa ilustrativa de FinOps (ordem de grandeza), assumindo cobrança por linha processada em ferramentas SaaS. A plataforma roda em um único servidor modesto, sem licenças — o custo real fica na infraestrutura que você já tem.
A Orbit constrói do zero ao dashboard — ou moderniza o que você já tem — com custo de infraestrutura mínimo e engenharia de nível industrial.